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sábado, 7 de julho de 2012

III Jornada de Análise do Comportamento de Belém - Inscrições abertas

A Liga Acadêmica de Análise do Comportamento (LAAC-UFPA) Pará traz este ano a III Jornada de Análise do Comportamento de Belém (III JAC Belém), que ocorrerá nos dias 01 a 05 de outubro. 

Entre as presenças já confirmadas estão o prof. Eduardo Cillo, atuante na área de Psicologia do Esporte, e a profa. Lúcia Cavalcanti de Albuquerque Williams, estudiosa da área sobre a violência escolar e intrafamiliar. Mais novidades sobre a programação estão por vir. Fique ligado!


A inscrição é gratuita e deve ser feita acessando o formulário disponível no site da III JAC Belém. Também é possível inscrever trabalhos nas modalidades de comunicação oral, sessão coordenada e/ou painel até o dia 05 de agosto. E os trabalhos na modalidade painel concorrem a uma premiação! Confira mais informações acessando o site ou por e-mail: jacbelem@gmail.com

domingo, 24 de junho de 2012

Novos cursos no Grupo Gradual - São Paulo/SP

O Grupo Gradual está promovendo novos cursos a partir de agosto e setembro deste ano. Os cursos são sobre o brincar com crianças em idade pré-escolar e sobre acompanhamento terapêutico na metodologia ABA. Os cursos têm um público-alvo amplo e contam com aulas aos sábados. Confira mais informações nos folders abaixo (clique para ampliar):




Para mais informações sobre os cursos, inscrições e conteúdo, envie uma mensagem com suas dúvidas para cursos@grupogradual.com.br ou acesse o site clicando aqui.

V Encontro Maranhense de Análise do Comportamento - Programação 2012

O V Encontro Maranhense de Análise do Comportamento irá ocorrer nos próximos dias 28 a 30 de junho, e abordar o universo da Terceira Onda da Terapia Comportamental, trazendo a São Luís grandes nomes da Análise do Comportamento na clínica para falar sobre o assunto.

Confira a programação abaixo (clique na imagem para ampliar):


Para mais informações sobre o evento e como se inscrever, clique aqui.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

V Encontro Maranhense de Análise do Comportamento (EMAC) - São Luís/MA

O V Encontro Maranhense de Análise do Comportamento irá acontecer nos próximos dias 28 a 30 de junho de 2012, na cidade de São Luís e neste ano, traz como tema Novas Intervenções Clínicas Comportamentais. O evento contará com palestras de grandes nomes da clínica comportamental brasileira. Em breve divulgaremos a programação aqui no Comporte-se. Fique atento!



Para informações sobre inscrições, ligue: (98) 3221-5696 ou (98) 8208-1238. Assinantes do jornal O Imparcial ainda contam com 10% no valor da inscrição. Participe!

terça-feira, 5 de junho de 2012

Análise do Comportamento em The Big Bang Theory


The Big Bang Theory é uma série já clássica. Fazendo parte da catalisação da modinha nerd que rola atualmente ("smart is the new sexy", como diz o personagem Wolowitz num episódio), o seriado tem cenas hilárias recheadas de assunto desse estranho mundinho. Tem de tudo: de física avançada a cosplays tosquíssimos de personagens de quadrinhos, passando por madrugadas do RPG e as dificuldades com relações sociais, tão características do estereótipo nerd.

No episódio "The Gothowitz Deviation", da terceira temporada, uma das esquetes traz o Sheldon tentando modificar o comportamento da vizinha Penny por meio de reforçamento positivo. Veja:

"Did you? I didn't notice. Have a chocolate!"


Sheldon não usa apenas reforço positivo no vídeo, mas também punição positiva quando taca água no Leonard – quando fala dos choques "sem dano ao tecido da pele" também está falando de punição. Ele também pune a Penny ao dar aquelas olhadas gélidas que a fazem mudar de comportamento para um considerado adequado por ele, como no momento em que ela levanta para atender o telefone no corredor e ganha mais um chocolate (aí, tendo o comportamento de levantar e ir atender sendo, novamente, positivamente reforçado). 

A parte mais engraçada ocorre no momento em que o Sheldon usa um pouco de modelação (falando com a voz mais grave com a Penny) e aproximação sucessiva (reforçando a cada frase dela) para deixar a voz da Penny mais gutural. Tudo terminando em chocolates. (Ou em sexo, que como reforçador filogeneticamente selecionado, é de um poder danado).

Claro que como mostrado numa série de humor, o processo todo é bem exagerado pra ficar mais engraçado. O processo de condicionamento operante é geralmente mais lento, enquanto no seriado um ou dois chocolatezinhos já têm um efeito visível – na vida real observar a variação da frequência do comportamento demanda um pouco mais de paciência e trabalho. Mas as cenas foram bem didáticas ao retratar os processos descritos pela análise do comportamento. Será que alguém tentou mudar o comportamento de outra pessoa ao ver isso? Bom, se forem tentar me fazer aprender algo, por favor, usem algo que engorde menos que chocolate, porque eu vou dar trabalho... Haja chocolate.

(Mas só pra informar, eu prefiro chocolate meio amargo).

sábado, 26 de maio de 2012

Seleção para pós-graduação em Análise do Comportamento na Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR)

As inscrições para a seleção de novos alunos do Programa de Pós-Graduação em Análise do Comportamento da Universidade Estadual de Londrina (UEL), no Paraná, já estão abertas e irão até o dia 01 de junho. A turma se inicia em agosto de 2012 e conta com 20 vagas, sendo, destas, 05 para bolsistas. Confira mais informações no cartaz abaixo.


Confira docentes com vagas disponíveis para orientação e mais informações sobre o processo seletivo clicando aqui.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Nova turma do curso online de Fundamentos da Terapia Comportamental

O Instituto de Psicologia Aplicada (InPA) irá oferecer em breve o Curso de Fundamentos da Terapia Comportamental, que já está em sua terceira turma. O curso tem como objetivo desenvolver competências necessárias à prática da terapia comportamental e será ministrado online, na modalidade EaD, ou seja, pode ser feito de qualquer cidade.


O curso conta com 36 horas/aula, conferindo certificado, e é voltado para estudantes e profissionais de psicologia, se iniciando no mês de julho. Até o dia 10 de junho os valores são promocionais, então garanta já a sua inscrição!

Entre os docentes que irão ministrar o curso, estão colunistas do nosso site! Para mais informações sobre valores, inscrições, programação, conteúdo e docentes do curso, clique aqui.


sábado, 19 de maio de 2012

II Encontro do Sudoeste Goiano de Análise do Comportamento - Programação

O II Encontro do Sudoeste Goiano de Análise do Comportamento, que ocorrerá em Jataí/GO nos dias 15 a 17 de junho, já disponibilizou a programação do evento. Clique para ampliar:


Para dúvidas, informações e inscrições, clique aqui ou mande um e-mail para esgac.2011@yahoo.com.br. Consulte também o twitter do evento: @esgac_2011. Em breve, o Comporte-se irá sortear uma inscrição para nossos leitores neste evento, fique ligado!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Curso de Coaching com Elen Gongora Moreira - Maringá-PR

No dia 23 de junho de 2012, Maringá sediará um curso sobre Coaching, com a psicóloga Elen Gongora Moreira, mestre em Psicologia Experimental e com MBA em Gestão Empresarial pela FGV. Veja o flyer abaixo para mais informações (clique para ampliar):


Mais informações e inscrições: jaquelinecbordin@gmail.com

sábado, 5 de maio de 2012

I Jornada de Análise do Comportamento da Univ. São Judas Tadeu (SP) - Programação

A I Jornada de Análise do Comportamento da Universidade São Judas Tadeu (I JAC USJT) irá ocorrer no próximo dia 26 de maio e irá contar com diversos profissionais reconhecidos da abordagem. Confira a programação do evento:



07h30 às 08h30 - Credenciamento

08h30 às 10h00 - Palestras
  • SALA 01 - Extinção Operante-Respondente e Possíveis intervenções a Partir da Clínica (Roberto Banaco)
  • SALA 02 - Especificidades da Relação Terapêutica Sob a Ótica da Análise do Comportamento (Denis Zamignani)

10h00 às 10h30 - Coffee Break

10h30 às 12h00 - Palestras
  • SALA 01 - Uma Introdução à Farmacologia Comportamental (Jan Luiz Leonardi)
  • SALA 02 - Análise do Comportamento e Esporte (Carla Di Pierro)

12h00 às 13h00 - Intervalo para almoço

13h00 às 14h30 - Palestras
  • SALA 01 - Como Ser um Educador e um Behaviorista Radical ao Mesmo Tempo? Aplicando Princípios da Análise do Comportamento na Sala de Aula (Natália Matheus e Denigés M. Regis Neto)
  • SALA 02 - Especificidades da Terapia Infantil Sob a Ótica da Análise do Comportamento (Ana Carolina Macchione)

14h30 às 15h00 - Coffee Break

15h00 às 16h30 - Palestras
  • SALA 01 - O Comportamento Verbal na Prática Clínica do Analista do Comportamento (Adriana Fidalgo e Denigés M. Regis Neto)
  • SALA 02 - Acompanhamento Terapêutico como Prática do Analista do Comportamento (Fernando Cassas)

15h00 às 16h30 - Entrega dos certificados

Saiba como se inscrever neste link!

II Encontro do Sudoeste Goiano de Análise do Comportamento - Jataí/GO

Jataí irá sediar a segunda edição do Encontro do Sudoeste Goiano de Análise do Comportamento, nos dias 15, 17 e 17 de junho de 2012. O evento irá contar com atividades diversas, entre elas minicursos, palestras e apresentações de trabalhos.


Entre os palestrantes já confirmados estão André Vasconcelos da Silva (UFG-Catalão), Hélder Gusso (Universidade Positivo), Denis Zamignani, Roberto Banaco (Núcleo Paradigma), Róbson Cruz (PUC-MG), Rodrigo Oliveira (UFG-Jataí) e outros que irão apresentar suas contribuições ao Behaviorismo Radical e Análise do Comportamento.

A submissão de trabalhos já começou e o prazo foi prorrogado até o dia 20 de maio. Mais informações sobre inscrições e valores via e-mail (esgac.2011@yahoo.com.br) e twitter (@ESGAC_2011). Os primeiros 100 inscritos ganharão um convite para a festa por adesão do evento. Garanta a sua inscrição e participe!

terça-feira, 1 de maio de 2012

Entrevista com Hélio Guilhardi no Curso de Terapia por Contingências de Reforçamento (TCR) em Salvador/BA

O Instituto Transformação trouxe a Salvador o prof. Hélio Guilhardi para um curso que permitiu discutir e aprender bastante sobre a Clínica Comportamental e a TCR, e também nos deu oportunidade para bater um papo com ele. Confira abaixo a entrevista exclusiva para o Comporte-se, que participou do curso a convite do Instituto Transformação e pode agora mostrar um pouco do que aprendemos para os leitores!


Aline - Bom, Hélio, queria começar perguntando sobre a sua trajetória profissional. A gente sabe que você tem mestrado em Psicologia Experimental na USP, e você tem também um caminho longo em formação de terapeutas comportamentais, também publica muito sobre conceitos, tem bastante texto sobre isso lá no site do ITCR... então, fiquei curiosa pra saber como foi sua trajetória de formação e porque você se interessou pela clínica, mesmo.

Hélio Guilhardi - Bom, a minha formação no curso de graduação foi sólida no estudo da Análise Experimental do Comportamento. Isso nós estamos falando da década de 60. Praticamente não existia no Brasil nenhuma experiência na utilização dos conceitos da AEC em atividade aplicada e muito menos em clínica. E toda a minha formação estava dirigida pra me tornar professor universitário. Aí, dentro do nosso curso, houve uma crise política e todos os professores que ensinaram na época se demitiram.


Aline - Você fez UnB?

Hélio - Não, fiz Católica de Campinas.

Aline - Ah.

Hélio - Era um curso, na época, muito destacado porque ele acolheu em particular um professor que era egresso da crise de Brasília, que foi o Luiz Otávio [Seixas de Queiroz], aluno da Carolina Bori, do Rodolpho Azzi, contemporâneo de Maria Amélia Matos, João Cláudio Todorov, todo esse pessoal. Então tive uma formação sólida porque toda a programação estava voltada para o seguinte: você se forma, em 1969, vai para os Estados Unidos e lá você faz mestrado, doutoramento – que foi um projeto, vamos dizer assim, desenvolvido e utilizado com a Maria Amélia Matos, com a Dora Fix e com o João Cláudio Todorov. Então o meu plano era... estava se programando essa trajetória pra mim. [Saiba mais sobre a história que o Hélio conta neste link].

Com a ruptura da relação com a universidade, houve um vazio, e o Luiz Otávio, que era professor responsável pelas disciplinas de Análise do Comportamento, desempregado, conversou conosco, alunos, iniciando o último semestre do curso, e falou: “Vamos montar uma clínica de comportamento”. Então eu, o Luiz Otávio e mais quatro colegas montamos em abril de 1969 a primeira clínica de Terapia Comportamental no Brasil. Bom, mas como a minha relação era com a universidade, com a pesquisa, eu imediatamente procurei a USP. A Maria Amélia Matos estava voltando dos EUA, dando um novo fôlego para o curso de pós-graduação na USP, em São Paulo. E o grande foco na época era o mestrado, fazer um mestrado muito sério. Era um plano de Maria Amélia, Carolina, a equipe de professores. E depois, no mestrado, eu transferi aquele plano dos EUA para SP. Então eu comecei uma carreira de clínico – no quinto ano de Psicologia, já comecei a atuar como clínico – e continuei minha formação acadêmica e experimental agora nas mãos de Maria Amélia Matos.
"[...] até uma característica que eu uso no meu trabalho é que sempre que tenho algum desafio clínico, procuro na literatura da pesquisa básica um modelo referencial que me norteie em quais podem ser as variáveis que estão em operação" (Guilhardi)
Uma professora da PUC-Campinas, que fez parte do grupo que se demitiu, era a Maria do Carmo Guedes, também da área. Uma professora maravilhosa da PUC-SP. Então ela me convidou a dar aula na PUC-SP. Então eu não continuei minha carreira na PUC-Campinas por causa desse rompimento, e em 1970, comecei a dar aulas na PUC-SP e fazer a pós-graduação com a Maria Amélia. Fui trabalhando nesse projeto e desenvolvi uma tese em pesquisa básica, sobre supressão de respostas com reforço positivo. Ao invés de usar o modelo de ansiedade com choque livre, no final da apresentação do CS, eu usava reforço livre maior que o reforço da linha de base. Um estudo interessante, que mostrou que poderia haver supressão de resposta mesmo com reforço positivo – então, não é só com o evento aversivo que há supressão. Então é o que chamam de ansiedade positiva por reforço adicional. Eu usava, ao invés da gota d’água da linha de base, uma gota cinco vezes maior de leite açucarado. Pois bem, então todo o meu vínculo, na época, foi com a AEC. E eu fui cedo descobrindo que os conceitos, descobertos e desenvolvidos e elaborados na pesquisa básica, eram extremamente úteis para fazer a generalização nas situações de aplicação. Tanto que até uma característica que eu uso no meu trabalho é que sempre que tenho algum desafio clínico, procuro na literatura da pesquisa básica um modelo referencial que me norteie em quais podem ser as variáveis que estão em operação.

Então estou o tempo todo fazendo essa relação entre uma coisa e outra. E como eu me mantinha dando aula, não me afastei da leitura de material de pesquisa básica. Então essa, vamos dizer, foi uma situação privilegiada: ser professor e clínico. Só professor perde um pouco a influência da comunidade do cliente; você não fica exposto a contingências que levam você a querer resultados, melhora, etc. E quando você só é clínico tem essa contingência do mundo acadêmico, que é conhecer conceitos, estar atualizado com a evolução dos conhecimentos, as ligações com a pesquisa, etc.

Então, não foi uma coisa intencional, mas uma coisa que acabei fazendo e reconheço que foi essencial na minha formação – a relação indissociável entre a pesquisa, o ensino e a aplicação. Foi basicamente isso.

Aline – Isso se reflete muito na TCR, né? Existe uma relação bem forte, a gente vê.

Hélio – Eu estou na área desde 1969, então dá pra fazer as contas aí de há quantos anos estou na área clínica, né? Eu passei por algumas crises durante esse período longo, foi uma crise de buscar a identidade. Porque quando nós começamos, o que estava disponível para nós, na clínica, eram os procedimentos desenvolvidos em situação de pesquisa. E nós não tínhamos, na Análise do Comportamento, modelo para atuar em clínica. Tínhamos modelo para atuar em pesquisa, em hospital psiquiátrico, com crianças com déficits importantes de desenvolvimento... mas pra pegar um cliente que tipicamente vem à clínica, nós não tínhamos modelo. Então uma primeira hesitação foi onde encontrar esse modelo, e nós acabamos nos aproximando dos trabalhos de Wolpe, por exemplo, que à época eram chamados de Terapia Comportamental.

Os psiquiatras foram os que primeiro usaram o termo Terapia Comportamental. Nós, por uma filiação à escola skinneriana, chamávamos nosso trabalho e atuação prática de Modificação de Comportamento. Esse termo envelheceu e prevaleceu a terapia, mas originalmente, o termo Terapia era empregado pelos psiquiatras, que tinham uma forte influência de Pavlov e Hull. Eles não usavam o modelo skinneriano. Hoje já não há mais essa distinção, mas originalmente é isso... embora devamos reconhecer que quem primeiro usou o termo Terapia Comportamental foi o Skinner.

Aline – Você acabou falando um pouco quanto à segunda pergunta que eu ia fazer, que é quanto às discussões de caso e qual o valor disso. Aqui no curso do Instituto Transformação, o que a gente basicamente fez foi discussão de casos, situações de clínica. Aí eu queria saber de você qual você acha que é o valor de publicar estudos de caso, publicar sobre a clínica – que é uma coisa que você faz bastante.

Hélio – É uma pergunta bastante interessante. Nessa busca de modelos, houve um período em que fiquei pensando assim... o Wolpe, sua equipe e as revistas que publicavam os trabalhos de terapia comportamental, Behaviour Research & Therapy, Behavior Therapy & Psychiatry, e havia outras, elas enfocavam o cliente que em inglês é chamado de outpatient, que é o paciente que não está internado e vem procurar ajuda na clínica. Então houve um momento em que eu achava que talvez fosse por aí, mas o modelo conceitual não batia com o modelo skinneriano. Depois comecei a achar que o modelo skinneriano não dava conta do clínico de maneira geral, até que comecei a perceber que... dava conta, sim. Que o problema todo estava em ter a transposição dos conceitos, e não dos procedimentos para a clínica. Porque os procedimentos tem que ser atualizados.
"E defendo a seguinte ideia: uma teoria, uma abordagem não pode criticar outra a partir do referencial da primeira. Porém, uma teoria cresce quando os membros que a defendem e a estudam, que aplicam, que pesquisam a criticam – é uma crítica interna" (Guilhardi)
Então, os conceitos, como hoje a gente usa – por exemplo, reforço arbitrário e reforço natural, muito importantes... Quando eu comecei, o Verbal Behavior era considerado um livro menor do Skinner. Os mais familiarizados diziam “ah, esse é um livro muito conceitual, não se apoia em pesquisa, são elaborações que o Skinner fez mas não têm muita utilidade”. Chegou-se a desconfiar da importância desse livro. Tanto que na década de 70, se fôssemos contar quem teve acesso – nem lido, só tido acesso –, dava pra contar nos dedos. Ele era considerado um livro menor. E nesse período se viu a evolução que isso teve.

Bom, então uma coisa que eu procurei fazer foi me manter – descobri que ficar flutuando de um modelo para outro era um comportamento de fuga/esquiva por ignorância. Era fuga/esquiva por falta de variabilidade. E me mantive fiel. E defendo a seguinte ideia: uma teoria, uma abordagem não pode criticar outra a partir do referencial da primeira. Porém, uma teoria cresce quando os membros que a defendem e a estudam, que aplicam, que pesquisam a criticam – é uma crítica interna. E a partir dessa crítica interna a teoria e a prática se desenvolvem. Então, eu aprendi a ser fiel com a minha abordagem e esgotá-la. Quando ela não me dá uma resposta, é por incompetência minha. Quando ela não me dá uma resposta, é por falta de uma busca exaustiva da resposta, e não por não haver resposta.
"Minha posição: acho que devemos procurar mais onde está o tesouro, e não dizer que o tesouro não existe ou que se esgotou. É muito ingênuo dizer que se esgotou. Eu questiono com muita ênfase a ideia de terceira onda. Eu acho que não existem ondas, existe evolução" (Guilhardi)
Então, abandonei totalmente qualquer forma de ecletismo e busca em outras propostas de soluções que o modelo skinneriano me dá. Por exemplo, preocupações que a terapia cognitivo-comportamental tem encontram acolhida no modelo skinneriano, que acho que dá melhores respostas ao que os cognitivistas estudam, sem abandonar a proposta – pelo contrário, propõe procedimentos até mais consistentes. Então, virou uma mania, um vício; eu persigo respostas no meu modelo. De uma certa maneira, sou muito relutante – sou velho nesse aspecto, né... sou ortodoxo,  sou teimoso –, eu resisto a aderir a novas abordagens, a novidades. Por exemplo, a proposta do Kohlemberg [a terapia analítico-funcional, FAP], eu acho supercoerente. Acho consistente com o modelo skinneriano. E ele na verdade privilegia a ocorrência de respostas e das contingências na presença do terapeuta. Mas ele mantém uma consistência com o modelo.

Aline – Você acabou caindo também em outro assunto sobre o qual eu ia perguntar. Agora, estamos vendo um certo boom – especialmente aqui no Brasil, muitas publicações, apresentações em congressos, etc. – sobre as chamadas terapias da terceira onda. O que se fala é: o modelo antigo, da modificação de comportamento, não dava conta de certas coisas, como a relação terapêutica, e aí se criaram modelos como o do Kohlemberg, a FAP, e também a Terapia de Aceitação e Compromisso, a ACT. Queria saber um pouco mais sobre o que você acha.

Hélio – Acho que na verdade Watson não tinha respostas para milhares de questões que hoje nós já respondemos dentro do modelo behaviorista radical. Claro! Ele era o primeiro, estava iniciando. E o Skinner nunca esteve preocupado em desenvolver um sistema para a clínica. As preocupações dele estavam mais ligadas à pesquisa, a uma conceituação sistemática, à educação e à reorganização social e cultural, preocupações maravilhosas. Ele já não gastou muito tempo com a clínica. Se nós formos olhar para as respostas oferecidas para esse assunto, elas são pobres. Porém, o potencial que a abordagem tem para responder a essas questões é inacreditável.
"O paradigma skinneriano, pelo amor de Deus, ele é incrível, ele é corajoso, ele é ousado. Pra mim o paradigma skinneriano equivale a coisas como tirar a Terra do centro do Universo. É um paradigma que eu diria que equivale, nas suas áreas, a contribuições de Galileu, de Newton, Copérnico, de Einstein... mudança de paradigma". (Guilhardi)
Minha posição: acho que devemos procurar mais onde está o tesouro, e não dizer que o tesouro não existe ou que se esgotou. É muito ingênuo dizer que se esgotou. Eu questiono com muita ênfase a ideia de terceira onda. Eu acho que não existem ondas, existe evolução. E portanto são critérios arbitrários. Há uma superficialidade na análise da história de aplicação da Análise do Comportamento no Brasil. A terceira onda é um nome de bom marketing, mas é um nome que acho... leviano. Não vejo onda nenhuma. Vejo alternativas, vejo outras tentativas... Na história da psicologia, houve tantos movimentos que foram, vieram; aliás não só na psicologia. Então, eu não critico, eu lamento. Eu lamento esses movimentos que se desprendem do paradigma.

O paradigma skinneriano, pelo amor de Deus, ele é incrível, ele é corajoso, ele é ousado. Pra mim o paradigma skinneriano equivale a coisas como tirar a Terra do centro do Universo. É um paradigma que eu diria que equivale, nas suas áreas, a contribuições de Galileu, de Newton, Copérnico, de Einstein... mudança de paradigma. E dizer que novas ondas superam... Eu sinto muito, acho que precisa de profundidade na análise e de respeito às contribuições de Skinner. Porém, eu respeito desvios, variações... respeito. Mas eu acho que são movimentos que ainda não tem uma contribuição que eu chamaria, assim, de um salto. Chamar de terceira onda, acho que é demais.

Eu diria que são variações. E não sou eu que vou julgar. Mas o modelo skinneriano dá até uma resposta pra isso: as variações comportamentais serão selecionadas pelos produtos. Há produtos financeiros, há produtos relacionados às contribuições para a área, contribuições para o cliente. Se as contribuições forem selecionadas, os movimentos continuarão e se desenvolverão. Se não forem, entrarão em extinção, serão esquecidos. Então, não vou julgar, mas estou bem confortável com a minha postura, digamos assim, ortodoxa.

Aline – Bom, para finalizar, gostaria que você falasse um pouco sobre o primeiro Congresso do ITCR, o I Congresso Brasileiro de Terapia porContingências de Reforçamento. Vai ser agora em maio, e eu queria que você falasse um pouco sobre o que ele vai trazer de novo. Parece que vamos ter uma perspectiva nova, atividades bem diferentes, e eu queria que você falasse um pouco sobre isso.

Hélio – Na verdade, a ideia de fazer o Congresso é viabilizar a expansão do conhecimento que estamos desenvolvendo na área da Terapia Comportamental e particularmente da Terapia por Contingências de Reforçamento. Perguntam por que um novo termo, já que não deixa de ser uma Terapia Comportamental. É porque eu me sinto confortável dentro da área, mas é uma proposta que visa a explicitar o instrumento de trabalho, que são as contingências de reforçamento. E eu acho que falta nos cursos de graduação um forte, claro e explícito compromisso dos professores em ensinar a fazer. Eu acho que cinco anos de curso é um período muito longo; é um período caro – pois você está pagando por isso – pra se desperdiçar a oportunidade de ensinar a fazer. Eu acho que em cinco anos o aluno tem de saber fazer, sair da universidade sabendo fazer.

Então o meu congresso – eu falo “o meu congresso”, porque por enquanto estou à frente, espero que seja nosso, mas por enquanto é muita pretensão da minha parte –, ele tem como objetivo atividades com seriedade conceitual e com uma disponibilidade de ensinar aos participantes como atuar em clínica. O congresso não exclui contribuições conceituais e experimentais, que eu defendo como essenciais, mas a ênfase é em ensinar a fazer. É uma primeira experiência, espero que a comunidade responda a esse convite, e respondendo tentaremos divulgar mais, publicar resultados... esse é nosso plano. Mas eu queria oferecer ao aluno de graduação – pois nosso objetivo principal é o aluno de formação e o recém-formado – instrumentos de atuação. E do nosso ponto de vista, bons instrumentos de avaliação.
"Eu acho que cinco anos de curso é um período muito longo; é um período caro – pois você está pagando por isso – pra se desperdiçar a oportunidade de ensinar a fazer. Eu acho que em cinco anos o aluno tem de saber fazer, sair da universidade sabendo fazer" (Guilhardi)
Acho também que o conhecimento tem que ser exposto a uma comunidade que o avalie, a partir de feedback. Defendo muito que os trabalhos saiam de dentro da casca do ovo. Quando falo em casca do ovo, quero dizer que está lá o cliente, o terapeuta como clara e gema, e a casca protege. Quero quebrar a casca e trazer para a comunidade descrições de como é feito, do que é feito. Não querendo dizer que este é o jeito de fazer, mas querendo dizer que este é um jeito de fazer e estamos abertos para trocar conhecimentos, ideias... em suma, expor o que fazemos às consequências produzidas pela comunidade.

O meu objetivo é que no Brasil, com as nossas características, possamos preparar o mais cedo possível, sem comprometer a qualidade da aprendizagem. E eu acho que em cinco anos é possível preparar muito bem o aluno. Eu tenho tido experiências maravilhosas, alunos brilhantes, aos potes... muitos. Quero ensinar a fazer, e ensinar a contar. E ao contar, ter a humildade também de aprender com quem ouve e dá o feedback. Então, isso é o mais importante.

Aline – Hélio, queria agradecer pelo Comporte-se por mais essa entrevista com você [risos], você está sempre lá e é sempre uma grande contribuição, inegavelmente.

Hélio – Bom, agradeço a oportunidade e espero ter deixado claras as minhas colocações... O meu objetivo é contribuir para o desenvolvimento da Análise do Comportamento.
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Agradecimentos:
  • A Pétala, minha amiga participante do curso, que me ajudou a gravar a entrevista. Melhor staff, impossível.
  • A Janaína e Luciana e a todo o Instituto Transformação, pela receptividade e oportunidade de acompanhar e divulgar o curso. Muito obrigada!
  • E ao próprio Hélio, pela disponibilidade e por ser tão cordial e atencioso com todos. Agradeço em nome dos leitores - aprendi muito e aposto que eles também terão essa oportunidade ao ler a entrevista!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Palestra/Workshop sobre Bullying no Instituto Innove - Londrina/PR

O Instituto Innove irá promover uma palestra e um workshop sobre bullying com a psicóloga Milene Ferrazza, nos dias 24 e 28 de abril. Os eventos serão na UEL-Londrina e conferem certificado de participação. Para os que participarem dos dois eventos o valor pago é apenas o do workshop. Confira mais informações no cartaz (clique para ampliar).


Inscrições e esclarecimentos pelo telefone (43) 3328-0001 ou pelo email: contato@institutoinnove.com.br

domingo, 22 de abril de 2012

XVI Encontro Cearense de Análise do Comportamento/IV Encontro Nordestino de Análise do Comportamento - Programação

O XVI Encontro Cearense de Análise do Comportamento/IV Encontro Nordestino de Análise do Comportamento ocorrerá nos dias 9 a 12 de maio de 2012, em Fortaleza-CE e já conta com uma lista de palestras, mesas-redondas e mini-cursos confirmados. Confira a programação no site do evento clicando aqui.


Consulte os valores e a forma de inscrição clicando aqui. Prestigie a Análise do Comportamento no Nordeste! Participe!

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Curso de Terapia por Contingências de Reforçamento com o prof. Hélio Guilhardi - Salvador/BA

O Curso de Terapia por Contingências de Reforçamento, promovido pelo Instituto Transformação, trará o prof. Hélio Guilhardi a Salvador neste mês de abril, nos dias 27 e 28. Se você é de Salvador ou estará na cidade nesta época, aproveite a oportunidade! Confira os temas abordados pelo curso no cartaz abaixo (clique para ampliar).


As inscrições podem ser feitas pelo site do Instituto: http://www.institutotransformacao.com.br/

sábado, 14 de abril de 2012

Tópicos Avançados em Análise do Comportamento - Curso no Núcleo Paradigma (São Paulo/SP)

O Núcleo Paradigma, em São Paulo, promoverá quatro encontros sobre Tópicos Avançados em Análise do Comportamento. Os encontros são independentes e irão discutir o tema Comportamento Simbólico, RFT e Cultura, com os professores Yara Nico e Sandro Velasco. Os encontros se iniciam no dia 14 de abril e vão até o dia 07 de julho (clique na imagem abaixo para conferir o cronograma).


Para mais informações sobre como participar, acesse o site do Núcleo Paradigma ou ligue: (11) 3864-9732.  

11ª Jornada de Análise do Comportamento da UFSCar - São Carlos/SP - Programação

A 11ª Jornada de Análise do Comportamento da Universidade Federal de São Carlos-SP (XI JAC UFSCar) ocorrerá nos dias 20, 21 e 22 deste mês e, confirmando a tradição em Análise do Comportamento no Brasil, irá trazer grandes nomes e temas ao evento. As inscrições estão abertas! Confira a programação completa abaixo:



Sexta ( 20/04)

17h30min - Retirada de Materiais
18h30min - Abertura Oficial
19h00min - Mesa de Abertura:  As contribuições do Behaviorismo Radical e da Psicologia Cognitiva para a psicoterapia - Maria de Jesus Dutra dos Reis (UFSCar), Débora de Hollanda Souza (UFSCar) e Júlio César Coelho De Rose (UFSCar)
21h00 - Atividade Cultural

Sábado (21/04)
8h30 - Conferência 1, básica: Introdução à História e Filosofia da Análise do Comportamento - Naiene Pimentel (UFSCar)
          Conferência 2, avançada: História e Filosofia da Análise do Comportamento - Guilherme Bergo Leugi (UFSCar)
10h30 - Coffee Break
11h00 - Conferência 3, básica: Análise do Comportamento e Cultura: Uma Introdução  - Alexandre Dittrich (UFPR)
            Conferência 4, avançada: Delineamentos Culturais Contra o Progressismo Predatório - Kester Carrara (UNESP)
12h30 - Almoço
14h30 - Sessão de Comunicações Livres
15h30 - Conferência 5: Estratégias de Avaliação e Intervenção em Terapia Analítico-comportamental Infantil - Giovana Del Prette (Ipq-USP e Núcleo Paradigma)
             Conferência 6: Análise do Comportamento e Neurociência: Interações Possíveis e Necessárias - Maria Helena Hünziker (USP)
17h00 - Coffee Break
17h30 - Simpósio 1: Intervenção com Famílias: "Como pensar a intervenção com familias na sua relação com a escola?" e "Envolvimento de pais na intervenção domiciliar com crianças especiais" -Ana Lúcia Aiello (UFSCar) e Sílivia Regina Sigolo (UNESP)
              Conferência 7:  A História da Loucura - Isaías Pessotti (USP)

Domingo (22/04)

8h30 - Mini-curso 1: - Comportamento Simbólico e Teoria dos Quadros Relacionais(RFT): O Que Há de Novo para a Prática Clínica da Análise do Comportamento -Yara Nico e Roberta Kovac (Núcleo Paradigma)
       Mini-curso 2: A Educação como Preparação para o Futuro e o Professor como Agente Central  desse Processo - Maria Eliza Mazzilli (PUC-SP) e Maria de Lourdes Bara Zanotto (PUC-SP)
        Mini-curso 3: Introdução ao Estudo da Subjetividade no Behaviorismo e Sobre Eventos Privados - José Antônio Damásio Abib (UFSCar) e Henrique Pompermaier (UFSCar)
        Mini-curso 4: Coaching: Uma Nova Área de Atuação para o Analista do Comportamento - Alda Marmo (Núcleo Paradigma)
10h00 - Coffee Break
10h30 - Continuação dos mini-cusros
12h00 - Almoço
14h00 - Conferência de Encerramento: A contribuição do conhecimento da Análise Experimental do Comportamento na descoberta de comportamentos que constituem a capacitação profissional do psicólogo - Olga Kubo
15h30 - Coffee End

Mais informações e inscrições no site do evento: http://www.jac.ufscar.br/index.php

I Encontro de ACT e FAP do Brasil (São Paulo/SP) - Programação

A programação detalhada do I Encontro de ACT e FAP do Brasil, nos dias 19, 20 e 21 de abril, já está disponível no site. Para acessá-la, clique aqui e aqui.


(Clique na imagem para visualizar)

O evento será promovido pelo IPq do Hospital das Clínicas-USP é é uma ótima oportunidade para conhecer terapias da Terceira Onda da Terapia Comportamental, apresentadas por grandes profissionais da área. Confira também como se inscrever acessando o site e participe deste evento!

3º EAC do Vale (Petrolina-PE) - Programação

A programação do 3º Encontro de Análise do Comportamento do Vale do São Francisco (3º EAC do Vale), promovido pela UNIVASF (Campus Petrolina-PE), já está completamente disponível. Confira abaixo horários e títulos das palestras, que ocorrerão dias 20 e 21 de abril de 2012.




20/04/2012 (Sexta-Feira)

13:30h – 14:00h – Credenciamento
14:00h – 14:30h - Abertura
14:30h – 16:30h – “Análise Funcional do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC): Implicações Clínicas e Relações com a Neuropsicologia” – Prof. Me. Sandro Iêgo da S. Santos
16:30h – 17:00h – Intervalo
17:00h – 17:45h – “Custo de Resposta e Controle por Estímulos: Os Efeitos de Alterações no Número de Respostas sobre o Desempenho Durante o Treino Discriminativo” – Psic. Renato S. de Souza
17:45h – 18:30h – “Um Teste Empírico da Objeção Skinneriana ao Uso do Controle Aversivo em Sistemas Sociais” – Psic. Sabrina C. D. Pedrosa e Psic. Thaís Maria M. Guimarães

21/04/2012 (Sábado)

8:00h – 9:30h – “Uma Análise Comportamental do Desenvolvimento da Linguagem: Especificidades e Aproximações com Outras  Disciplinas e Teorias” – Profa. Dra. Mª Amalia P. A. Andery
09:30h – 10:00h - Intervalo
10:00h – 12:00h – “Uma Análise Comportamental do Desenvolvimento da Linguagem: Especificidades e Aproximações com Outras  Disciplinas e Teorias” – Profa. Dra. Mª Amalia P. A. Andery
13:30h – 15:00h – Mesa Redonda: “Contribuição das Neurociências para a Psicologia Atual” – Prof. Dr. Leonardo R. Sampaio e Prof. Me. Sandro Iêgo da S. Santos (debatedor)
15:00h – 15:30h – Intervalo
15:30h – 17:30h – “Intervenção Profissional e Pesquisa na Interface com a Fonoaudiologia” – Profa. Dra. Carmen S. M. Bandini
17:30h – 18:00h – Encerramento

Informações sobre inscrições e mais detalhes no site. Confira aqui e participe!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Sorteio - Inscrição na 11ª Jornada de Análise do Comportamento da UFSCar - São Carlos/SP

Nos dias 20, 21 e 22 de abril de 2012 uma das Jornadas de Análise do Comportamento mais tradicionais irá ocorrer na Universidade Federal de São Carlos-SP, contando com a presença de diversos grandes nomes da Análise do Comportamento brasileira. A XI Jornada de Análise do Comportamento da UFSCar (XI JAC UFSCar) já conta com a programação completamente disponível no site e as inscrições estão abertas!

Iremos fazer um sorteio rápido de uma inscrição para o evento, pois a data já está chegando! Saiba como concorrer:
Você pode participar até o dia 18 de abril! O resultado será divulgado pelo Facebook do Comporte-se  no dia 19 de abril e entraremos em contato com o ganhador via mensagem privada no Facebook. Perfis feitos apenas para participar do sorteio serão desclassificados, bem como aqueles que não curtirem a página da JAC UFSCar. Lembramos também que apenas a inscrição será sorteada, ficando a cargo do ganhador o custeio do deslocamento até o evento.

Caso não entre em contato conosco em até 72h para o envio dos seus dados, será feito um novo sorteio e teremos um novo ganhador. Fique ligado, e boa sorte!